quinta-feira, 16 de agosto de 2012
domingo, 4 de julho de 2010
Inciando o papo sobre "As novas formas de utilização do vídeo em EAD"
Aproveito o meu Molleskkine virtual para fazer apontamentos sobre a minha monografia. Ela está em construção. Portanto, o que está aqui são apenas esboços do que se tornará uma monografia posteriormente. Entrem, comentem, façam sugestões...
Começarei postando a Introdução, que poderá mudar a qualquer momento, dependendo da minha escrita. Mas vale à pena dar uma espiadinha no que pretendo escrever.
INTRODUÇÃO
Nos últimos anos, as mudanças ocasionadas pelos avanços científicos e tecnológicos juntamente com as transformações sociais e econômicas, revolucionaram o modo como nos comunicamos, nos relacionamos com as pessoas, os objetos, enfim, com o mundo ao nosso redor. Atualmente a comunicação tem assumido uma forma multidimensional, superpondo diferentes mensagens e linguagens: emocionais, racionais, sensoriais que facilitam a interação com o espectador.
Essas transformações tecnológicas trouxeram à tona a presença impactante de vários estímulos visuais, “a experiência humana está mais submetida hoje aos estímulos visuais e aos processos de visualização do que jamais esteve, das imagens transmitidas por satélite ao escaneamento das minúcias interiores do corpo humano” Mirzoeff (2003, p.1). A imagem tem se tornado cada vez mais importante na formação de identidade dos indivíduos, fazendo-se necessário que haja competência na leitura crítica da mesma.
Caminhando pelos grandes centros urbanos, observa-se que as imagens estão presentes em outdoors, cartazes, celulares, iPods, livros, revistas, internet, televisão, cinema etc. Elas têm ocupado um espaço considerado significativo no cotidiano das pessoas e, como tal, não podem ser ignoradas. É preciso, portanto, identificar e conhecer o mundo representado por essas imagens, o modo como elas interagem, e suas relações com a sociedade atual. Porém, o que se pretende dispor neste trabalho é um estudo sobre o uso da linguagem audiovisual, especificamente do vídeo em EAD. O intuito é tentar responder as seguintes questões: Quais são os novos caminhos e as vantagens de utilizar o vídeo em EAD?
O uso do vídeo na Educação não é novidade. Há alguns anos ele já é utilizado no processo de ensino-aprendizagem tanto presencial quanto virtualmente. Entretanto, são as novas formas e recursos de utilizá-lo que tem despertado interesse em EAD. Atualmente, com a difusão da internet, vídeos de qualidade podem ser assistidos em portais de hospedagem, como o Yotube. Além disso, o fato desse portal ser de fácil manuseio permite que os alunos disponibilizem vídeos amadores, estimulando a criatividade de todos.
Mas por que estudar o vídeo? Porque o vídeo traz a proximidade, a sensação de estar lidando com pessoas e não somente com textos. O vídeo faz sentir, experimentar de forma sensorial o outro. Ele “parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos. Mexe com o corpo, com a pele - nos toca e "tocamos" os outros, estão ao nosso alcance através dos recortes visuais, do close, do som estéreo envolvente” (Moran, 1995, p.27).
Portanto, investigar e apontar quais são as novas formas, limitando-se à videoconferência e ao videocolaborativo, e as vantagens do uso desses formatos no processo ensino-aprendizagem em EAD são os objetivos centrais deste trabalho. Para fundamentá-lo serão utilizadas as contribuições de Ferres e Moran que estudam questões relativas ao uso de vídeos didáticos. Além desses autores, serão utilizados os apontamentos de Cebrián Herreros sobre linguagem audiovisual e os pressupostos de Vigotsky que embasam as atividades interativas e colaborativas.
Bom, isso é o esboço da Introdução e estas são algumas das referências bibliográficas:
ALMENARA, J. C. Propuestas para la utilización del vídeo en los centros.
BARTOLOMÉ, A. Nuevas tecnologías en el aula: guía de supervivencia. 5. ed.Barcelona: Graó, 1999.
BOAVIDA, A. M.; PONTE, J. P. da. Investigação colaborativa: Potencialidades e problemas. In: Reflectir e investigar sobre a prática profissional. Lisboa: Apm, 2002.
CEBRIÁN HERREROS, M. (1995). Información Audiovisual: Concepto, Técnica , Expresión y Aplicaciones. Madrid: Editorial Sintesis.
CRUZ, D.M. e MORAES, M. Manual de videoconferência. Florianópolis. Laboratório de Ensino a Distância. UFSC, 1997.
CYRS, T.E. e CONWAY, E.D. Teaching at a distance with the mergin technologis: an instructional systems approach. Las Cruces, New Mexico State University, 1997.
FERRES, Joan. Vídeo e educação. 2ª edição. Porto Alegre: Artes Médicas Sul Ltda, 1996.
MORAN, José Manuel. O vídeo na sala de aula. artigo publicado na revista Comunicação & Educação. São Paulo, ECA-Ed. Moderna, [2]: 27 a 35, jan./abr. de 1995.
SANTOS, N. dos. Educação à distância e as novas tecnologias de Informação e Aprendizagem. http://www.engenheiro2001.org.br/programas/ 980201a2.htm
VYGOTSKY, L. S. Pensamento e Linguagem. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1998.
Até a próxima postagem!!!!
Começarei postando a Introdução, que poderá mudar a qualquer momento, dependendo da minha escrita. Mas vale à pena dar uma espiadinha no que pretendo escrever.
INTRODUÇÃO
Nos últimos anos, as mudanças ocasionadas pelos avanços científicos e tecnológicos juntamente com as transformações sociais e econômicas, revolucionaram o modo como nos comunicamos, nos relacionamos com as pessoas, os objetos, enfim, com o mundo ao nosso redor. Atualmente a comunicação tem assumido uma forma multidimensional, superpondo diferentes mensagens e linguagens: emocionais, racionais, sensoriais que facilitam a interação com o espectador.
Essas transformações tecnológicas trouxeram à tona a presença impactante de vários estímulos visuais, “a experiência humana está mais submetida hoje aos estímulos visuais e aos processos de visualização do que jamais esteve, das imagens transmitidas por satélite ao escaneamento das minúcias interiores do corpo humano” Mirzoeff (2003, p.1). A imagem tem se tornado cada vez mais importante na formação de identidade dos indivíduos, fazendo-se necessário que haja competência na leitura crítica da mesma.
Caminhando pelos grandes centros urbanos, observa-se que as imagens estão presentes em outdoors, cartazes, celulares, iPods, livros, revistas, internet, televisão, cinema etc. Elas têm ocupado um espaço considerado significativo no cotidiano das pessoas e, como tal, não podem ser ignoradas. É preciso, portanto, identificar e conhecer o mundo representado por essas imagens, o modo como elas interagem, e suas relações com a sociedade atual. Porém, o que se pretende dispor neste trabalho é um estudo sobre o uso da linguagem audiovisual, especificamente do vídeo em EAD. O intuito é tentar responder as seguintes questões: Quais são os novos caminhos e as vantagens de utilizar o vídeo em EAD?
O uso do vídeo na Educação não é novidade. Há alguns anos ele já é utilizado no processo de ensino-aprendizagem tanto presencial quanto virtualmente. Entretanto, são as novas formas e recursos de utilizá-lo que tem despertado interesse em EAD. Atualmente, com a difusão da internet, vídeos de qualidade podem ser assistidos em portais de hospedagem, como o Yotube. Além disso, o fato desse portal ser de fácil manuseio permite que os alunos disponibilizem vídeos amadores, estimulando a criatividade de todos.
Mas por que estudar o vídeo? Porque o vídeo traz a proximidade, a sensação de estar lidando com pessoas e não somente com textos. O vídeo faz sentir, experimentar de forma sensorial o outro. Ele “parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos. Mexe com o corpo, com a pele - nos toca e "tocamos" os outros, estão ao nosso alcance através dos recortes visuais, do close, do som estéreo envolvente” (Moran, 1995, p.27).
Portanto, investigar e apontar quais são as novas formas, limitando-se à videoconferência e ao videocolaborativo, e as vantagens do uso desses formatos no processo ensino-aprendizagem em EAD são os objetivos centrais deste trabalho. Para fundamentá-lo serão utilizadas as contribuições de Ferres e Moran que estudam questões relativas ao uso de vídeos didáticos. Além desses autores, serão utilizados os apontamentos de Cebrián Herreros sobre linguagem audiovisual e os pressupostos de Vigotsky que embasam as atividades interativas e colaborativas.
Bom, isso é o esboço da Introdução e estas são algumas das referências bibliográficas:
ALMENARA, J. C. Propuestas para la utilización del vídeo en los centros.
BARTOLOMÉ, A. Nuevas tecnologías en el aula: guía de supervivencia. 5. ed.Barcelona: Graó, 1999.
BOAVIDA, A. M.; PONTE, J. P. da. Investigação colaborativa: Potencialidades e problemas. In: Reflectir e investigar sobre a prática profissional. Lisboa: Apm, 2002.
CEBRIÁN HERREROS, M. (1995). Información Audiovisual: Concepto, Técnica , Expresión y Aplicaciones. Madrid: Editorial Sintesis.
CRUZ, D.M. e MORAES, M. Manual de videoconferência. Florianópolis. Laboratório de Ensino a Distância. UFSC, 1997.
CYRS, T.E. e CONWAY, E.D. Teaching at a distance with the mergin technologis: an instructional systems approach. Las Cruces, New Mexico State University, 1997.
FERRES, Joan. Vídeo e educação. 2ª edição. Porto Alegre: Artes Médicas Sul Ltda, 1996.
MORAN, José Manuel. O vídeo na sala de aula. artigo publicado na revista Comunicação & Educação. São Paulo, ECA-Ed. Moderna, [2]: 27 a 35, jan./abr. de 1995.
SANTOS, N. dos. Educação à distância e as novas tecnologias de Informação e Aprendizagem. http://www.engenheiro2001.org.br/programas/ 980201a2.htm
VYGOTSKY, L. S. Pensamento e Linguagem. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1998.
Até a próxima postagem!!!!
terça-feira, 13 de maio de 2008
Mais sobre o Moleskine
Como a configuração do blogger não permite um número a mais do que 500 caracteres na apresentação, aproveito a ocasião para contar um pouco mais sobre o Moleskine. Como já foi dito, essa é uma marca de cadernos de notas produzida pela empresa italiana Moleskine SRL que é revestido com uma capa dura de cartão envolvida por material impermeável, possui cantos arredondados, tiras de elástico para mantê-lo fechado e lombada costurada. Esses cadernos foram utilizados por reputados intelectuais que influenciaram a cultura no século XIX e XX – escritores e artistas como Vincent van Gogh (1853–1890), Henri Matisse (1869–1954), Pablo Picasso (1881-1973), André Breton (1896-1966), Louis Férdinand Céline e Ernest Hemingway (1899-1961). Atualmente o caderno voltou à moda após as descrições feitas pelo escritor Bruce Chatwin, que usou cadernos de notas similares constantemente durante as suas viagens, cadernos esses fornecidos pela papelaria situada na Rue de l’Ancienne Comédie, em Paris. Entretanto, em 1986, após o falecimento do proprietário da pequena empresa familiar que fornecia o suprimento - em Tours, a produção foi finalizada, voltando a ser lançada em 1998 por um grupo de artistas italianos, proprietários de uma empresa de distribuição de artigos de escritório, a Modo & Modo, que registrou a marca dos “carnets moleskines” usados por Chatwin e lançou-se no mercado. Embora já existisse no século XIX, a marca Moleskine foi registrada oficialmente somente em 1996. Bom acho que deu para fazer uma síntese.
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